sexta-feira, 21 de outubro de 2016

FOLHA I



FOLHA I


A raiz do medo é a negatividade,

De olhar, com os olhos abertos, a realidade,

Acreditar que nada pode dar certo,

Com esta energia ruim que temos por perto.



As garras do medo somos nós que criamos,

Em nossa mente limitada, as alimentamos,

Um Cérbero acuado entre as engrenagens mentais,

Preso nas correntes das idéias atuais.



Pensemos positivo para o mundo mudar,

Esperança em uma energia que possa transformar,

Idéias gastas de uma consciência ultrapassada,

Mudar para a felicidade humana tão desejada.



Que toda humanidade possa pensar algo em comunhão,

Sem todas essas coisas que criam a sensação de solidão,

Sem o egoísmo que coloca diferenças onde não existem,

Na ausência de amor que os seres humanos não admitem.


Elder Prior.







2 comentários:


  1. Boa tarde nobre poeta parabéns pelo poema muito bem desenvolvido por sinal gostei de ler parabéns, tenha uma ótima semana abços.

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    1. Fico grato meu amigo, à você também, uma ótima semana.

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