quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O MENESTREL

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O MENESTREL

Andando pelos bosques, sentindo o cheiros das flores,
Ao som de bandolins, flautas para meus amores,
Nas sombras dos carvalhos, esperar pelo orvalho,
Numa fogueira se esquentar, usar o fogo como agasalho.

Caminhante sem rumo, o meu destino é uma canção,
Que toco numa flauta, que toca seu coração,
Borboletas rodeiam as cores, abelhas retiram o mel,
Girando no meio da relva, num imaginário carrocel.

Sou um Menestrel encantado, tenho a natureza ao meu lado,
Um bardo cantante levando, minha canção ao seu reinado,
Em seu mundo que escondes, seu pequeno reino encantado,
Onde a magia nunca acabou, um espírito criança desejado.

Todos ainda tem dentro de si um lado infância,
Que ficou perdido nos perversos laços da ignorância,
Se tornando um adulto que se esqueceu de brincar,
Esquecendo, na verdade, como é simples amar.

Sou um Menestrel que veio ao seu ouvido cantar,
Um bardo feliz, para teu coração encantar,
A música nunca pode parar de tocar,
As flores devem estar abertas quando a manhã chegar.

Elder Prior

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