terça-feira, 14 de abril de 2015

AMOR ETERNO




AMOR ETERNO

Acordando e realizando um novo diA,
Montando nos raios do sol que me aqueceraM,
Onde a brisa se envolve nas ondas do riO,
Renascendo da penumbra perdida no amanheceR.

Enfileirado pelas ideias que num canto se esquecE,
Ter novas esperanças como um novo MagnificaT,
Em busca de um salvador que ninguém mais entendE,
Rasgando as aparências para algo bem maioR,
Nas buscas infinitas pelo começar de um novo AeoN,
O tempo nos mostra e aponta que finito é o UniversO
.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

BELA FADA



BELA FADA


Quando eu te conheci, dançando entre as flores do jardim,
Ao som da flauta de bambu, um sopro soando sem fim,
O balé das fadas sincronizando os raios solares,
As musas dançam valsa mágica com seus pares.



E você estava tão linda em seu traje de jasmim,
Saltitando entre meus olhos, pulsando dentro de mim,
Nos passos de outra dança, em que você apareceu,
Nos meus lábios pousou e num beijo se escondeu.



E o tempo passa onde há a eternidade,
A juventude já foi um dia minha idade,
Sinto saudade do seu bailado entre as flores,
Espalhado, sorrindo e dividindo as cores.



Mas a eternidade sempre sorri para a felicidade,
Quando o amor se confunde com a fidelidade,
Passar os momentos que ninguém jamais passou,
Relembrar histórias que o destino nos contou.



E assim foi um dia, na eternidade de sua companhia,
Que levo em meu peito no caminhar do dia,
O início desta história linda,
Esperando sempre, que seja minha bela fada ainda.



Elder Prior.

terça-feira, 7 de abril de 2015

MORPHEU




MORPHEU

Aquilo que parece tão real, é tão irreal,
Que passa pela vida, que se torna ideal,
Manchado pela aparência de uma verdade,
Se ofuscando nos espelhos da realidade.

Aquilo que parece ser, mas que não é,
Um produto mental, substância da fé,
Criaste um mundo plano e sem cantos,
Escondeu sua vida e seus encantos.

Aquela verdade que te fizeram acreditar,
Porque um velho antigo um dia ousou falar,
Os testes da ciência comprovam o incerto,
Deixando teorias, filosofias, questões em aberto.

O que te escondem atrás das grossas paredes?
Atrás deste jogo intrincado formado por redes?
Onde prendem sua mente não te deixando pensar,
Você jamais descobrirá qual é o seu lugar.

Dorme! Ó sonolenta alma desnuda!
Enquanto a sapiência prefere você muda,
O segredo da Esfinge jamais será revelado,
Pobres almas! Sonham com o príncipe encantado!

Elder Prior
 

domingo, 5 de abril de 2015

TIC TAC





TIC TAC

Ergueu-se para a sombra refletida no espelho,
Viu da escuridão escorrendo seu sumo vermelho,
Cortou uma maçã em pedaços fartos,
Rezou para a santa padroeira dos partos.

Olhou no berço o jovem leão coberto de pó,
Chorando por companhia, deixado num canto, só,
Beijou o menino como se fosse um rubi da romã,
Dando paz ao atormentado, como se fosse sua irmã.

Ergueu-se para olhar o Sol que em sua rua desviou,
Enamorou-se pelo dourado que em sua vida se infiltrou,
Na união saudável entre o doce e o salgado,
As maravilhas do mundo deste sabor degustado.

Olhou-se pela fresta da porta que se fechou,
Sentindo medo de tudo aquilo que lhe restou,
Criaturas noturnas que lhe assombram a noite,
Utilizando suas palavras e atos de acordo com o açoite.

Se entregando de corpo e alma ao nascer,
Que no iluminar da vida busca o amanhecer,
Deixando a penumbra do passado sem paisagem,
Para criar nos números do cronômetro uma nova imagem.

Elder Prior...

TIC TAC

Ergueu-se para a sombra refletida no espelho,
Viu da escuridão escorrendo seu sumo vermelho,
Cortou uma maçã em pedaços fartos,
Rezou para a santa padroeira dos partos.

Olhou no berço o jovem leão coberto de pó,
Chorando por companhia, deixado num canto, só,
Beijou o menino como se fosse um rubi da romã,
Dando paz ao atormentado, como se fosse sua irmã.

Ergueu-se para olhar o Sol que em sua rua desviou,
Enamorou-se pelo dourado que em sua vida se infiltrou,
Na união saudável entre o doce e o salgado,
As maravilhas do mundo deste sabor degustado.

Olhou-se pela fresta da porta que se fechou,
Sentindo medo de tudo aquilo que lhe restou,
Criaturas noturnas que lhe assombram a noite,
Utilizando suas palavras e atos de acordo com o açoite.

Se entregando de corpo e alma ao nascer,
Que no iluminar da vida busca o amanhecer,
Deixando a penumbra do passado sem paisagem,
Para criar nos números do cronômetro uma nova imagem.

Elder Prior...

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=290681 © Luso-Poemas
TIC TAC

Ergueu-se para a sombra refletida no espelho,
Viu da escuridão escorrendo seu sumo vermelho,
Cortou uma maçã em pedaços fartos,
Rezou para a santa padroeira dos partos.

Olhou no berço o jovem leão coberto de pó,
Chorando por companhia, deixado num canto, só,
Beijou o menino como se fosse um rubi da romã,
Dando paz ao atormentado, como se fosse sua irmã.

Ergueu-se para olhar o Sol que em sua rua desviou,
Enamorou-se pelo dourado que em sua vida se infiltrou,
Na união saudável entre o doce e o salgado,
As maravilhas do mundo deste sabor degustado.

Olhou-se pela fresta da porta que se fechou,
Sentindo medo de tudo aquilo que lhe restou,
Criaturas noturnas que lhe assombram a noite,
Utilizando suas palavras e atos de acordo com o açoite.

Se entregando de corpo e alma ao nascer,
Que no iluminar da vida busca o amanhecer,
Deixando a penumbra do passado sem paisagem,
Para criar nos números do cronômetro uma nova imagem.

Elder Prior...

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