quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

VELHO PERGAMINHO






VELHO PERGAMINHO

Num pergaminho estava escrito uma canção,
Perdida no tempo, passou momentos de solidão,
Nas penumbras empoeiradas, ficou guardada no porão,

Cicatrizes marcadas, arrancadas de um coração.

Fugiu do tempo, mostrando que o amor é eterno,
Por mais que passe entre primavera, verão, outono e inverno,
E o Sol pelo Zodíaco acariciando as divindades,
Trazendo todo dia seus raios de felicidade.

O vento sopra a poeira, o poema recebe vida,
Nas letras encantadas pela tinta inserida,
Preenchendo o caminho com cheiro de amor,
Trazendo à vida, as ideias do compositor.

Onde estaria seus pensamentos neste momento divino?
Procurando amor e carinho do toque feminino?
Ou estaria perdido nas emoções que conheceu?
Que com muito capricho o passado escondeu?

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