sábado, 30 de novembro de 2013

MIXÓRDIA 22




MIXÓRDIA 22

O templário perdeu sua cruz na escuridão vermelha,
A chuva levava os ácidos que corroíam a morte,
Mudanças que o mico adestrado não enxergava,
Enquanto não sabia a função do espelho.

Acenderam velas em busca de alguma santidade,
Mas o rio levou consigo as últimas espadas,
Lá no alto da montanha sorri o condor,
Sabe que seu alimento rasteja entre a relva.

Pobre homem que acredita na embriagues,
Uma taça molhada de veneno mortal,
Um anjo decide tocar a musica do silêncio,
Uma melodia que derrubou muralhas.

Enfim, uniu-se sob um só nome,
Um guardião que se banha na juventude da fonte,
O cavalo alado traz sobre si o mensageiro,

Abrindo a porta selada do novo amanhã.

Nenhum comentário:

Postar um comentário