domingo, 2 de junho de 2013

A MANCHA




A MANCHA

A Terra sangra em suas lágrimas tristes,
Em que situação que tu caíste!
Oh! Mãe de todos que te feriste,
E que dá sua vida pelo que existe.

O sangue negro da cobiça se espalha,
Cortando o mar como uma navalha,
Uma mancha que se torna um tumor,
Criado pelo desejo e falta de amor.

Até quando poderemos te sangrar?
Iguais sanguessugas te vampirizar,
O óleo da vida que te mantém,
E que toda humanidade virou refém.

O vício humano está te devorando,
Uma nova época de dor criando,
O sangue está em seu final,
A mancha anuncia um erro fatal,
E todos querem a mancha,
O sangue negro divino.

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