sábado, 27 de abril de 2013

DIANA




DIANA

Onde estás pureza alva de algodão,
Que foges de mim, atormenta meu coração,
Com seus olhos que me iluminam a alma,
E sua voz penetrante como uma brisa calma.

Procuro-te em meus pensamentos profundos,
Mas entre tormentos do mundo me confundo,
E me perco na ilusão de desejos mundanos,
Nas maravilhas da vida que tanto me causa dano.

E na brancura de sua pele procuro o amor,
Em sua luz lunar eu busco o calor,
Mas distante estás, sem seu olhar sinto frio,
Meus pensamentos distantes, alma afogada num rio.

E a distancia faz com que o tempo se perca,
Num mundo sem fronteiras, num quintal sem cerca,
Onde as ovelhas fogem para se envenenar com o lobo,
Onde as plantas sadias são invadidas pelo lodo.

E a luz este tão distante, no horizonte, 
Não existe caminho, não existe ponte,
O tempo cruel matou a ilusão,
Tirando este amor de dentro do meu coração.

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