domingo, 21 de abril de 2013

BEL MATER





BEL MATER

Bel Mater é a vida ditosa,
Material de desejo dos meus impiedosos vícios,
Aquela que inflama o terno coração,
O que era criança que guarde em paz,
Essa criança que um dia estava em seu interior.

Agora já fora te chama de mãe,
Soluços saem por sua cabeça,
As vidas vivem como se fossem idéias,
Virgem, pura de coração,
Alimentando a vida que existe em ti.

Palavras não revivem seus atos,
O terno momento, espíritos,
Fazem da vida uma nova vida,
Já não existe o que procuras.

A Lua cheia te pede nos braços,
A Terra progride e mostra suas mãos,
Enquanto beldade nasce do mar.

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