quinta-feira, 18 de abril de 2013

A PORTA





A PORTA

Um caminho entre as paredes rochosas,
Uma vida que se segue maravilhosa,
Entre as trevas de um sussurro arredio,
Corujas que iniciam seu pio.

Nas penumbras as almas se levantam,
Pessoas que não acreditam se espantam,
E na tristeza se alegram com o que é visto,
Porque são coisas que não mostram risco.

E na beleza dos atos sinceros do coração,
Parte uma lágrima do mundo sem noção,
Vidas que se passam entre idéias que existiram,
Pessoas que de nossa vida partiram.

Em algum lugar ainda devem existir,
Quem sabe no mundo do porvir,
Ou na memória dos que virão,
E mudarão o mundo e sua visão.

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