sábado, 12 de janeiro de 2013

HINO À HÉCATE


   



    Hino a Hécate

    Ó Deusa, de obscuros e sombrios lugares,
    Aquela que infesta e abandona os lares,
    Em busca de aventuras e ilusão,
    Tentando apaixonar o coração.


    Enquanto dormes ó formoso Apolo,
    Hécate mostra a exuberância do teu colo,
    A noite mágica que a todos iludem,
    É o momento exato para que todos estudem.


    E tu acordas, exuberante Apolo,
    Hécate se esconde nas profundezas do solo,
    O dia mágico que a todos chama,
   Abre as portas para que prossiga a vida mundana.


    A Deusa dorme enquanto a luz se acende,
    Enquanto a alma por causa da vida se vende,
    E a luz criadora precisa novamente das trevas,
    A luz criadora procura novamente em suas Evas.


    E Apolo volta ao seu sono profundo,
    Hécate se levanta novamente de seu mundo,
    As pessoas voltam ao mundo de ilusão,
    Procurando algo para confortar o coração.

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