quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

TORRE DE BABEL


                            



                          TORRE DE BABEL


     Palavras perdidas, no ar, árduo costume de viver,
     Controlando a verdade de desajeitos humanos 
     que não  têmhaver,
     O céu está límpido como o mundo seria antes,
     E os homens sangrando o tempo, com sua imaginação,
     São palavras difusas, confusas, na multidão,
     Dão gritos e urros, afortunados da alma e senso,
     Sóbrio de um povo que não fala a mesma língua.
                          
     Há terras que se confundem com palavras iguais,
     Escritas e ditas por nossos ancestrais, atrás de vida,
     Daria a vida por palavras concretas que falam,
     O que eu gostaria de sentir e viver realmente,
     Mentem os homens que dizem se entender em pleno 
     penar. 
                 
      
     Torre de Babel! Oh! Torre de Babel!


      Palavras escritas e nunca ditas por um ditador,
      O céu é o mesmo céu que vem mudando de novo,
      Mas novo é o senso de viver sem porque,
      Que mais estão vivendo, vendo o que vender,
      Sentir o gosto da mentira, tira essa vergonha da 
      verdade.

      Vaidade humana, de não conseguir rir e chorar por si,
      Situações acumulam e ninguém se entende,
      Entende o ato de mudar mudando a si e o consigo,
      Sigo, os rumos traçados por uma sociedade de vaidade,
      A idade bate à sua porta, fechada e ninguém se 
      entende,

      Na torre de babel.      


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