sábado, 21 de julho de 2012

O BARDO




O BARDO

Vai o Bardo em seu caminho sem fim,
Trazendo para o mundo o que há em mim,
Caminhos que só se passa num mundo verdadeiro,
Onde os simples mortais só conhecem em pesadelo.

Vai o Bardo pela vida caminhando,
Sem dinheiro, sem casa, pelo mundo trovando,
Junto a fogueiras, um bom vinho, boa companhia,
Ser de um mundo que há muito tempo não se via.

Vai o Bardo, o menestrel pelo mundo cantar,
Coisas que não se vê daqui deste lugar,
A maioria não tem liberdade para amar,
E o amor é quem abre as portas para o alento mudar.


Vai o Bardo, sorrindo e feliz,
Feito um Louco, em sua vida que diz:
“Só é vida aquilo que vivemos para si”,
O resto é ilusão, deste mundo daqui.

E o Bardo segue cantando e chamando,
Clamando para todos que querem ser feliz,
Seja você mesmo e viva sua vida mudando,
Porque o que fica parado acaba virando,
Um museu enferrujado e infeliz.


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